O passado e como limpar o Karma

O passado. Esse grande monstro chamado passado. As pessoas acham que tudo o que aconteceu na sua vida e na vida das outras pessoas, tudo o que já passou, está enterrado. Não se pensa mais nisso. Não se ressuscita, não se vai buscar. Ninguém quer sofrer duas vezes. Acham que o que lá vai, lá vai, e não repensam no que passou.
Mas não percebem que iriam repensar no que passou com a mente esclarecida de hoje, uma mente já não egóica, uma mente não comprometida com a ilusão que o ego monta para evitar o sofrimento.
E o que é que acontece?
Como não se vai lá, como não se vai às situações do passado que nos fizeram sofrer, a opinião que hoje tens delas é a mesma que a tua mente de então tinha, pois não foi reciclada pela tua nova espiritualidade.
Resultado: o ego está lá, pronto a saltar. Enxovalhado, rejeitado, traído. Não está reciclado nem transformado em alma, que é o que eu proponho.
Vai ao passado. Vai ao que viveste, situação a situação, e revive-a, sofre-a outra vez, mas reenergiza-te com o amor incondicional que recebes cá de cima, enche cada situação de luz, enche-te - naquela época, com aquela imagem, com aquela roupa - de luz. E tudo se irá diluir em luz.
Irás colocar uma nova energia no teu passado, e ele, por sua vez, nunca mais te irá surpreender com a sua força traumática e traumatizante.
A isso chama-se limpar o karma. O karma desta vida.

Alexandra Solnado

37 comentários:

  1. Olá Sílvia.

    Gosto de algumas coisas que a Alexandra diz, mas não concordo com esta em particular, acho-a algo exagerada e autoflageladora. Não vejo que reviver as coisas do passado que nos magoaram, possa ser benéfico, ou que posso trazer luz à nossa vida, antes pelo contrário.

    Acho que a melhor forma de não criar cristalizações no karma, e de se seguir a vida sem pesos é aceitar a vida como ela é!
    Alguém nos magoou? Alguém nos traiu? E depois? Não se morre disso. Tem antes é que se aceitar.
    E só depois se pode receber a luz de que a Alexandra fala: a luz que nos permite estar livre das dores do passado, porque gostamos muito de nós mesmos, sem necessidade de muito mais ou de apoios.

    *

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  2. Pronto, já está! E como ela estava linda. :)

    Beijo. :)

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  3. Sílvia: penso que a limpeza do Karma seja algo que demore o seu tempo. E se ainda continuas magoada sou da opinião que ainda tens algo para fazer...

    Lia: a Alexandra diz ser uma receptora das mensagens de Cristo, portanto, tendem a ser textos um pouco mais pesados do que estamos habituados.
    O que a Alexandra pretende não é autoflage-lo mas sim enfrentar o passado e não ignora-lo. Nunca te aconteceu lembrares-te de algo que te magoou e sentires que ainda te doi e, portanto, viras logo o pensamento como se quisesses evita-lo? A Alexandra pretende dizer-nos que temos que enfrenta-lo de modo a curar as feridas e tirar os ensinamentos devidos, para seguir em frente, mais despertas, mais claras em relação à vida e não cometer os mesmos erros. É o encerrar de um ciclo e iniciar outro. Mas para encerrar não podemos fazer de conta que ele não existiu, temos de olha-lo nos olhos, cada situação, cada momento, fazer o balanço, e aí sim, encerra-lo. (até a psicologia fa-lo)
    Depois de feito, podemos olhar para o passado sem medo e olha-lo com orgulho.
    Infelizmente ja houve quem morresse porque alguem o magoou, que não aceitou a dor e preferiu partir.

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  4. Compreendo o que dizes, Sílvia. Em relação à última parte, essa pessoa não terá morrido porque alguém o magoou, porque isso indiciaria uma culpa que não pode existir. Ao decidir partir, essa pessoa achou melhor assim, mas a culpa não é da outra, é da própria pessoa que foi cobarde e partiu em vez de aceitar o desafio difícil que a vida lhe propôs.

    Sim, claro que não podemos evitar o passado, nem devemos. Se deixarmos algo or resolver, aquilo volta a incomodar-nos, e é mau. É preferível fazer o luto no momento certo, alguma solidão, até superarmos, para nos podermos libertar e estar prontos para o futuro.

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  5. Olá (:
    Eu e a Daniela criamos um blog (http://daniela-silvia2010.blogspot.com) onde o tema, consiste nas etapas de emagrecimento de cada uma.
    Contamos contigo para sempre que puderes comentar este nosso blog.
    E seguir claro (:
    Beijinhos *

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  6. Gostava que fosse assim tão simples. Apagá-lo não, claro, que mesmo aquelas coisas que mais nos magoaram não devemos esquecê-las, até porque muitas das vezes foi no meio tempo desse sofrimento que passámos alguns dos melhores momentos das nossas vidas. Devemos encarar o passado como tal, como uma experiência, com a distância emocional que o tempo físico se encarregou de construir. Mas isto sou eu a falar, porque às vezes tudo parece tão fresco nas nossas cabeças, nos nossos corações e a pele parece ainda quente de outros toques.

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  7. Lia: claro que quem decide partir por sofrimento ou outro motivo qualquer estará a agir segundo sua própria vontade, nunca poderiamos culpar quem quer que fosse pela decisão final.
    Não posso dizer que concordo contigo quando dizes que suicidio é cobardia. Trata-se de uma questão demasiado complexa para a simplificarmos dessa forma. Escolher entre a vida e a morte faz parte do livre-arbítrio e temos que o respeitar como tal.
    A questão do luto que referes é deveras importante. Temos mesmo que passar por isso até a dor não ser mais dor, ser a tal aceitação que permita, então, a luz entrar de novo no nosso coração.

    (à parte: já não se pode comentar no teu blog?)

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  8. Miguel: Também gostava que fosse simples. Mas corriamos o risco de, numa altura de maior mágoa e dor, apagar o que mais tarde queriamos recordar. Iriamos ficar magoados de qualquer das formas não é? Assim o tempo encarrega-se disso por nós e sempre que queisermos vamos ao baú remexer e procurar.
    Passado é experiência, conhecimento, um albúm de recortes da nossa vida.
    Tem coisas que realmente parecem ter acontecido ontem quando já tanto tempo se passou. São talvez as lembranças que mais custam a passar. O mias importante é que essas mesmas lembranças depois não estraguem situações/relações futuras.

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  9. Uma vez li algo, que nunca esqueci:
    "Quem não aprende com o passado, não sabe o que é o presente....quanto mais o futuro...."
    Desde que não seja para sofrer, hà sempre ensinamentos no baú...que dão muito jeito!

    Força

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  10. Ola Silvia, me identifiquei muito com seu blog, parabéns pelo post adorei, ja sou seguidora.

    abs

    Carla

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  11. Não, nunca é tão rápido, Sílvia Maria.

    Eu é que sou um humorista medíocre. :)

    Beijinho.

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  12. Mas se duas situações não são iguais, como o faço? *

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  13. TouroCeptico: com certeza que sim. Temos sempre que retirar algum ensinamento do que passamos. é uma forma optimista de ver as coisas.
    Obrigada.

    Carla: obrigada pela visita, também já passei lá no teu e gostei. Aparece mais vezes.

    Joaquim: até poderia ser...não sei! Estou aqui para aprender um pouco com todos vocês. E não és mediocre, pelo que leio no teu blog tens muito bom sentido de humor e uma optima escrita.

    Andreia: creio não ter entendido a questão.
    Aqui o que está em causa é olhar para o passado e enfrenta-lo, cada situação é como é e deverá ser tratada como tal.

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  14. Quando digo cobardia, é a minha opinião em relação a pessoas que se suicidam, por um problema menor, como por exemplo uma relação que não deu certo. Cobardia no sentido de ser num momento de desespero, onde nem se deviam tomar decisões, quando mais uma assim.
    O suicídio por livre-arbítrio, considero ser outra coisa, e tenho todo o respeito por essas situações, porque são pensadas conscientemente, e a pessoa tem direito a essa opção se a considerar a melhor.

    O luto é doloroso, mas creio que também nos ajuda muito a entendermos o nosso funcionamento, e aquilo que queremos ser no futuro.

    (Não é comentável neste momento e tem menos posts, porque como expliquei num dos últimos posts, estou numa nova fase da minha vida, passo menos tempo no pc, e quero dedicar mais tempo à minha vida "real").

    *

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  15. Lia: mesmo os problemas que achamos menores, aos olhos de quem está a sofrer e tem os níveis de seretonina no cérebro demasiado baixos, o problema é do tamanho do mundo. Não tem solução e não há amanhã de sol...
    Quando falo em livre-arbítrio não falo em eutanásia. Falo na livre-escolha que cada um de nós tem, como ser humano, em decidir se quer viver ou não independentemente de tudo.

    Estavas demasiado presa ao pc?

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  16. Respeito a tua ideia. Mas a depressão nãos e traduz apenas em níveis físicos, isso é facilmente tratável, a parte psicológica é que considero mais complicada.

    Também defendo que a vida é um dom, e tirá-la sem ser por uma situação extrema, faz-me sentir muita pena, porque desde que se tenha saúde, pode ter-se uma vida fantástica, basta fazermos por ela.

    Nunca estive muito presa ao pc. Mas considero que o mundo da internet não é muito saudável, tenho a minha vida real, e o blog é um diariozinho de bordo, no qual nunca quis ocupar muito tempo, e agora muito menos nesta fase.

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  17. Lia: infelizmente sei bem a que níveis se traduz uma depressão e sei que não é apenas a nível físico que sim, é facil de tratar.
    Tua visão da vida, felizmente, é o reflexo de bem-estar e positivismo daí não entenderes que possa passar na cabeça de alguém que a vida não é tão fantástica mesmo com saúde!
    Também não gosto de me prender ao pc, só o faço porque trabalho o dia todo agarrada a ele. De resto, quando vou para casa nem penso mais nisto.
    Espero que essa fase seja boa!

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  18. Não, Sílvia, infelizmente sei bem o que é estar no fundo do poço, já estive lá, e durante mais tempo do que se possa imaginar. Quando te falo em doenças, é porque quando te deparas com doenças graves nas pessoas à tua volta, compreendes o real sofrimento, e começas a ver que o teu, perto daquilo, não é quase nada, e vês nos olhos das pessoas o que é a verdadeira dor: dor no corpo e dor na alma, juntas, e uma vida destruída injustamente.
    Sim, esta fase é excelente. :)

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  19. Lia: lamento que tenhas passado por maus momentos e que saibas na pele o que é estar deprimida. Mas deste a volta por cima e isso é de louvar, é o mais importante.
    claro que vermos pessoas com doenças graves DEVE fazer-nos louvar a vida que temos. Não quero mesmo saber nem imaginar o que é sofrer com uma doença ou ver alguém proximo numa situação assim.
    Mas todas as doenças sao graves mesmo as de foro psicológico. Todas merecem a mesma atenção pois poderão culminar no mesmo!

    Desejo que essa fase não seja apenas uma fase mas um modo de vida. Agarra a felicidade!

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  20. Não concordo inteiramente contigo, no sentido de todas as doenças serem graves. Tudo depende da pessoa, não só da doença. Há pessoas que têm um problemazinho, e vão-se abaixo e destroem o mundo à volta delas. Há pessoas que têm doenças físicas / psicológicas mesmo gravíssimas, e levam isso com espírito positivo.

    O modo de vida, eu já o tinha. E por vezes a vida recompensa-nos por isso. :)

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  21. Lia: não sei qual a tua definição de "problemazinho" para puder concordar ou discordar contigo. Penso que se alguem chega ao ponto de ir-se abaixo de tal forma que destroi o seu mundo e de quem a rodeia não terá apenas um "problemazinho".
    São questões demasiado complicadas. Um profissional de saúde qualificado na área da psicologia ou psiquiatria faz um diagnóstico intenso, averigua passado e presente, esmiuça a mente da pessoa e só ele poderá julgar a gravidade da situação.
    No entanto, continuo a achar que tudo que culmine ou possa culminar na morte de alguém é grave, seja problema físico ou psicológico!
    O caso, por exemplo, daquela menina indiana de 11 anos que se suicidou porque os pais não a deixaram participar num concurso de TV. O motivo, para os mentalmente sãos, é ridículo. Seria um "problemazinho" apenas. Teriamos todos errado no diagnóstico se fosse levado de ânimo leve.
    Louvo as pessoas que têm energia e positivismo para encontrar na doença força para se erguer. Ainda bem que temos bons exemplos.

    Quando o momento certo chega a felicidade bate-nos à porta!

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  22. Problemazinhos, para mim, são coisas como não se ter o emprego que se desejaria, não se ter o dia-a-dia que se gostaria, o não aceitar o final de uma relação amorosa, entre outras.
    E se eu for uma dessas pessoas qualificadas para estabelecer diagnósticos? Digo-te que tudo é feito numa base de prioridades e alguma frieza, e no caso de uma pessoa se ir totalmente abaixo por um motivo dos acima descritos, revela um outro problema mais grave na "base" da pessoa. Porque triste, toda a gente está em algum momento, mas achar que a vida acabou por causa disso já não é considerado um comportamento saudável. E aí sim, é necessário um estudo pormenorizado, no sentido de encontrar a causa lá atrás.

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  23. Lia: sendo uma profissional da área terás entendido onde quis chegar. E creio que chegaste ao cerne da questão que estava a falar. Nunca podemos tomar as coisas de ânimo leve porque os problemas por mais pequenos que sejam podem ter por base coisas muito mais serias e graves.
    Não confundo tristeza com depressão, e não desvalorizo qualquer nível de depressão.

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  24. Entendi sim, Sílvia. Mas quando te falo em coisas sérias e graves, são distúrbios psíquicos mais graves, que se traduzem depois em depressão, ou noutros sintomas.
    Não se pode tomar de ânimo leve essas situações, no entanto o técnico de saúde não é um amigo nem alguém para entender a pessoa. Apenas analisa factos, estabelece diagnósticos, e tratamentos. E em todo o processo, apenas chama a atenção à pessoa para determinadas coisas, o trabalho é todo da pessoa que se quer tratar.

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  25. Lia: não poderá acontecer ao contrário? Alguém ir ao consultório por causa de uma depressão e daí descobrirem-se disturbios psíquicos mais graves?
    Julgo que quem recorre a um profissional não procura um amigo mas sim isso mesmo, um profissional que o ajude a entender o que o comum amigo não consegue. Senão eramos todos psicólogos não era?
    Concordo contigo, o sucesso de todo e qualquer tratamento, desde que bem prescrito, só depende da vontade do paciente em curar-se.
    E voltamos ao livre-arbítrio :)

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  26. "Alguém ir ao consultório por causa de uma depressão e daí descobrirem-se disturbios psíquicos mais graves?"

    Pode sim, era disso que eu estava a falar. O objectivo é estudar o mais grave, que é a base do problema.

    *

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  27. Concordamos, portanto, que desde os problemazinhos aos problemazões, tudo tem que ser analisado com critério e valorizado para não corrermos o risco de errar no diagnóstico.
    Então estás numa área muito interessante de trabalho.
    Entender a mente humana é que é a parte mais complicada né?

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  28. É uma área interessante, para onde infelizmente entram muitas pessoas que querem é entender-se a elas mesmas e resolverem os seus problemas, em vez de ser por terem capacidades para ser boas profissionais. E depois, cria-se uma má imagem, o que é muito mau.

    Não entendo a mente humana, nem quero entender. Deus me livre! :p Apenas estabelecemos diagnósticos e tratamentos, como qualquer ramo da saúde.

    Eu não acho que tudo deva ser valorizado, acho sim que se deve ir ao fundo das questões, que poderá remontar à infância/adolescência, porque o problema de hoje pode vir daí.

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  29. Ir para psicologia para tentar resolver questões pessoais é uma grande burrice, sem dúvida. Em qualquer área de saúde um auto-diagnostico não tem qualquer lógica pela inexistente imparcialidade. Por alguma razão é que nem sequer é correcto um psicologo acompanhar um familiar ou pessoa próxima, quanto mais ele mesmo!
    A má imagem também está criada muito pelas mentes fechadas e tacanhas. No entanto, temos observado uma maior abertura.

    Hehe, achas assim tão horrivel entrar nos reconditos da mente humana? Por acaso, acho interessante! Mas compreendo que pelas tuas mãos já possam ter passado alguns casos que te façam pensar assim. Há pessoas complicadas!

    Recalcamentos...creio que todos nós temos um ou outro não?

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  30. Não acho horrível, no entanto não é necessário entrar nos recondidos das pessoas, para fazer 1 diagnóstico e um tratamento. Primeiro, acho que cada pessoa tem a sua indicidualidade e era incapaz de andar a mexer nisso. Depois, porque isso era dar cabo da minha cabecinha com quebra-cabeças, e tenho mais que fazer! :p

    Recalcamento é um termo demasiado técnico, que se adequa a casos em particular e certas patologias.

    Marcas que o passado provoca, sim, isso todos temos.

    *

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  31. Lia: não disse que era necessário, disse que era interessante, e não para diagnóstico, para conhecimento profissional.
    Quando falo em estudar os reconditos da mente humana não falo em colocar os pacientes em posição de cobaias. Deus me livre!!Onde estaria a ética?!? Falo em alargar a área de conhecimentos para além daquilo que trazemos da faculdade. Ir mais além...
    Eu gosto de quebra-cabeças...são desafios! Tudo que me faça pensar, reflectir, criar estratégias, eu gosto.

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  32. Entendo o que dizes, as pessoas deixam-se fascinar por esta área, mas estudar a pessoa para conhecimento profissional e não para diagnóstico, seria falta de ética também. Além disso, na área da saúde, o objectivo é passar para a prática teorias cientificas, sejam medicamentosas ou não, mas que têm estudos prévios. Nunca andar a estudar as pessoas porque são quebra-cabeças. Isso seria como um dentista em vez de tratar os dentes com uma broca, experimentar fazê-lo com outra coisa qualquer, entendes?

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  33. :D não Lia, claro que não era estudar o paciente em específico, seria maldade demais. Estudar a mente humana em geral. Digo isto porque tem vezes que fico a ver uns documentários engraçados sobre o tema.
    Creio que desta vez não estamos a falar da mesma coisa e agora deu-me vontade de rir :D
    Esquecendo o paciente, a psicologia ou outra área, o que quis dizer foi que, como sei das limitações que existem pós-faculdade (porque acho nosso ensino demasiado fraco, para ser sincera), acho interessante alargar a área do conhecimento, criarmos desafios para nós mesmos. Já estava a alargar a questão a outros assuntos! Tipo, fazer conversa!
    Mas gostei da analogia do dentista..ate doeu so de pensar!! :D

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  34. :)
    Sim, aprendemos pouco na faculdade, e eu tive cadeiras que não interessavam nem ao menino Jesus! :p

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  35. Eu tive cadeiras que ainda hoje não sei a sua utilidade. Mas as faculdades têm demasiada teoria, no meu caso em específico não existiram casos práticos.
    E com o mestrado entao tive a certeza que o ensino português é do pior...sai de lá a saber o mesmo de que quando entrei!
    Por isso acho mesmo fundamental continuarmos a busca pelo conhecimento quando já estamos cá fora de canudo na mão.

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