Fico sempre com a lágrima no olho


'Mulher fica cara a cara depois de quase 40 anos (sem se verem) com o homem com quem teve uma intensa história de amor.
Entre os anos 70 e 80, Marina Abramovic viveu um intensa história de amor com Ulay. Quando sentiram que a relação já não tinha a chama de outros tempos, cada um seguiu o seu caminho. Mas em 2010, quando Marina já era artista consagrada, o Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva à sua obra. Nessa retrospectiva, Marina partilhava um minuto de silêncio com cada estranho que se sentasse à sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse, e foi assim que aconteceu…
Fonte: internet

Pensamentos


É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis.

Sempre a contar

O tempo deixa perguntas, mostra respostas, esclarece dúvidas, mas acima de tudo, o tempo traz verdades.



Infalível

»♥« Whishlist #2







Austrália

(Random images from internet)

Coração apertado


Hoje estou com um aperto no peito.
Não me senti triste nem melancólica ao despertar mas enquanto preparava-me para mais um dia fui apercebendo-me de que algo em mim estava a chamar a minha atenção.
Não faço ideia do que os meus sentimentos tentam dizer-me, é como se algo não estivesse correcto, não estivesse direito, fora do normal. Chego mesmo a ter necessidade de contrair o peito como se aliviasse um pouco a pressão. Não, não é físico mas é como se fosse. 
Não entendo de onde vem este sentimento. Preocupa-me algo que não sei o que é ou talvez o meu sub-consciente saiba mas à superfície não se revela. Estou naquele ponto que nem sei a quem perguntar se algo se passa, é como se um mau pressentimento pairasse sobre mim.

Cartas de Amor, quem as não lê?

Aqui há uns dias escrevi uma carta de amor, das modernas, foi via e-mail. 
Escrevi depois de uma noite conturbada, pautada por discussões tardias, palavras menos meigas trocadas que resultaram numa necessidade de exteriorizar sentimentos mais profundos numa tentativa de aliviar a mágoa que daí resultou.
Foi escrito com carinho, emoção, deixando de lado os contras e exaltando os prós. Escrita com as mãos foi ditada pelo coração.
Senti-me aliviada depois de te-lo escrito. Tinha expulsado de mim o que realmente sentia de bom e que estava a ser sufocado pelos problemas. Com alguma relutância premi o 'enviar'. Não sabia se seria boa opção abrir-me tanto assim e mostrar-me depois de ter estado a construir em torno de mim uma barreira de palavras duras e alguns 'bluffs'.
Os dias foram passando e nenhuma reacção, nem ao vivo, nem pela mesma via ou vias alternativas. Pensei que não tivesse visto e não quis ser impaciente. Eu própria coloquei no título 'para leres quando quiseres'. Falhei na técnica de marketing, redondamente.
O '...quando quiseres´tornou-se eterno, não tive resposta. Nem resposta, nem um mísero 'obrigada' pelas palavras, esse então impossível de acontecer pois sei bem que o mail não foi sequer lido.
Já não é a primeira vez que algo meu é ignorado. Não consigo entender porquê. Já tive o desprazer de estar lado a lado e ver mensagens a seguir às minhas terem sido lidas e a minha continuar ali, à espera de um pouco de atenção. Já questionei porque acontece e nunca obtenho uma resposta concreta.
Mas este mail era algo diferente, era especial, era de amor, era uma trégua, era um pedido de companheirismo na resolução dos problemas. Nunca irei receber resposta nem ele nunca será lido pois eu própria o apaguei da caixa do destinatário. Verdade, eu apaguei-o. Cansei de vê-lo a ser ignorado. 
E o assunto morrerá, assim como aquelas palavras, todos aqueles sentimentos. Foram vividos apenas por mim e acredito que se não foram bem recebidos é porque bateram à porta errada.

»♥« Whishlist #1

Uma semana longe de qualquer confusão, a gozar uma estupenda paz de espírito com minha cara metade.
Preciso de sossego. Preciso de namorar.

A minha casa #1

Apesar de ainda haver enormes contratempos na minha vida estou a iniciar mentalmente uma nova jornada. 

A partir de hoje estou totalmente concentrada em atingir os meus sonhos e depois de ter estado a ler alguns blogues, ontem à noite, fiquei inspirada em começar pela casa que gostaria de ter para mim. 

Tenho em mente uma casa do mais confortável que há. Sou muito ecléctica e os meus gostos vão desde o vintage até ao mais moderno por isso irei trabalhar para conseguir algo que consiga, de alguma forma, unir esses dois pontos. 

Quero cores terra, tecidos suaves, uma decoração convidativa ao bem-estar. Quero arrumações inteligentes, objectos carregados com histórias minhas e da minha família e cada canto um espaço com a sua própria identidade. Quero inclusive um espaço onde possa acolher as pessoas que amo para um serão bem passado, cheio de boas conversas. Isso sim, é para mim, uma boa escolha de vida, aproveitar os bons momentos.

A casa em si mesma não pode ser uma qualquer. O que tenho em mente é algo até bastante difícil de encontrar mas estou confiante que, se existir e tiver de ser para mim, ela virá ao meu encontro.

Que a jornada comece. Aqui vou eu!!

Vestidos

Nunca tive tanto acesso a vestidos de noiva e de cerimónia como no último mês e convenhamos que tenho visto vestidos lindíssimos. São de derreter só de olhar, e cá entre nós o preço é uma pechincha. Só quem tem acesso a esta área é que percebe a enorme diferença entre o preço de compra e o de venda ao público. Sempre tive ideia dos vestidos de noiva custarem os olhinhos da cara e quantas se choravam por ser tanto dinheiro para algo a ser usado uma única vez, mas a realidade é outra em backoffice. Estou a falar de margens de lucro mesmo muito consideráveis. Vestidos lindíssimos são comprados ao preço da chuva e vendidos nas lojas de forma a fazer chorar as pedras da calçada.

Agora entendo como é difícil escolher um vestido de noiva. Nem todos são bonitos, é claro que há gostos para tudo, mas na sua maioria são. Eu, que não vou casar-me e não terei de escolher vestido algum, pareço uma criança em dia de Natal cada vez que os vejo imagino quem está a organizar o seu. Até mesmo os fatos de noivo têm cortes fantásticos, alguns de verdadeiros príncipes. Cá entre nós há um que, mal olhei, vi o meu rapaz nele.

Já tenho acesso à nova colecção 2015 tanto de noiva como de festa e devo dizer que estão demais. Os cortes, os tecidos fluidos, as cores são fantásticos. Há mesmo alguns que pisco-lhes o olho para festas de verão. Estão carregados de ideias fantásticas. Se eu pudesse arranja-los ao preço que os compram nem seria bom para a minha carteira. Eu ia levar tudo!! :)

Momento Musical



Simplesmente a música do meu coração...dedico-a a Ti

Tocante


Só um Mundo de Amor pode Durar a Vida Inteira


"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. 
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não.

Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Expresso'

Momento Musical

Tão sábio o Tempo...


...mais sábio ainda saber esperar...

Gentinha reles


Há pessoas tão filhas da p*** que até dói só de pensar 

Facebook ou não?

Estou num dilema existencial. Estou farta da minha conta de Facebook mas ao mesmo tempo é algo que distrai-me sempre que preciso de desanuviar. 
Dedicava-me a 100% ao blogue até que, em 2010, por uma curiosidade estúpida, registei-me no Facebook. Já desactivei e activei aquela conta meia dúzia de vezes sempre com a intenção de não mais voltar mas depois a curiosidade é mais forte que eu e lá regresso.
Passei agora a vir mais vezes ao blogue, retomar hábitos antigos, e encontrei muitos blogues que seguia desactivados, abandonados, outros sem qualquer interesse. Apercebi-me que não fui a única a colocar a escrita de lado e apercebi-me também que o encanto já não é o mesmo. A qualidade de muitos textos baixou consideravelmente, os temas passaram a ser demasiado banais e então a vontade de dedicar-me com afinco não é bem a mesma. Por isso mesmo vou mantendo o Facebook activo, para distrair. Se encontrasse no blogue o mesmo escape que tive há dois ou três anos não tinha dúvidas mas assim sinto que fechar a conta do Facebook é afastar-me de tudo. Vida moderna...estranha e estúpida. Parece que nos esquecemos como era a vida antes das redes sociais. 

Dia Internacional da Felicidade


Foi aprovado numa resolução da Assembleia Geral da ONU a adição no calendário de dias internacionais, o dia da felicidade.

'A busca pela felicidade é um objectivo humano fundamental', diz a resolução.

Acho engraçado. Nas redes sociais estão a haver imensos manifestos por este dia. Pelo menos, assim, há um dia no qual as pessoas concentram as suas energias para um importante objectivo. Mas sou da opinião que trata-se de um reflexo de uma necessidade urgente da nossa sociedade escapar do fosso em que vive.

Opiniões à parte, tenham um feliz dia da Felicidade.

Sotaques

'You sink you have a problem? Então olha...!' Foi assim que terminou uma discussão em inglês que tive oportunidade de escutar hoje. Não, não me enganei a escrever 'think', foi propositado para expressar o sotaque de quem o pronunciou. 
Foi um momento hilariante de uma conversa entre um português e um lituano. Com muita pena minha não tive oportunidade de ouvir o lituano mas o sotaque não deveria estar muito diferente.
O coitadinho la se 'afunda' a mando do português e ainda escuta umas palavras na língua de Camões. Deve ter ficado a perceber tudo. Por aqui foram só gargalhadas.

Também quero...!!!

Meu Deus, estou a experienciar um sentimento de inveja e sinto-me mal a dobrar.
Desculpa!

Conversas de cabeceira XIII

- Tenho estado doente.
- Eu sei.
- O cansaço é puramente físico mas...
- Não é só físico, bem sabes!
- Hoje é um dia diferente, mais pesado, estou mais apática, mais desligada...
- Estás a refugiar-te do que sentes.
- Não! Sei bem o que sinto e palpita em mim a cada segundo. Estou desapontada.
- Eu entendo, não foi uma noite fácil.
- Não tem sido nada fácil, nada. Sinto que não posso confiar em ninguém, que estão todos prontos a magoar-me, a ignorar-me, a fazerem sentir-me a mais nas suas vidas.
- Eu sei, eu vejo.
- Porque as pessoas mentem? 
- É-lhes mais fácil viver assim, acho eu...
- Mais fácil viver com problemas?
- Quando mentem não estão a pensar no problema mas numa fácil solução.
- Só piora...
- Eles sabem disso mas só piora se descobertos!
- É um desgaste tão grande, sinto-me tão cansada e desapontada. Não foi isto que sonhei para mim, viver nesta angústia, com o coração apertado, com um nó na garganta e sempre pronta a explodir as emoções.
- É um problema comum, não valorizes demais.
- Mentem demais, como não valorizar? O que, no meio de tanta mentira, é verdade? E os sentimentos são verdade ou fazem parte de outra mentira?
- Sinceramente eu acho que começaram numa mentira mas depois tornaram-se verdade.
- Faz sentido...infelizmente.
- Tens de avaliar se o que existe merece continuar a existir, se é suposto existir. Sabes bem que tudo acontece com um motivo.
- Mais uma vez será ensinar a estar e assim que estiver pronto irá desfrutar desse ensinamento para outras bandas. Minha sina.
- Porque descartas a hipótese do ensinamento vir a ser desfrutado contigo?
- Porque estou a sentir tudo a mudar dentro de mim. As pessoas não fazem um esforço para reacender, pelo contrário, maltratam. Apagam o que há em mim para eles.
- Desistir será uma escolha tua, mesmo que com a ajuda do mau comportamento dos outros, o que decidires será sempre tua responsabilidade.
- Por isso magoa tanto. Esta não era a minha escolha.

Novo ciclo de vida: aceitação

Em pulgas, é como estou nos últimos dias.
As razões são tão variadas como as minhas mudanças de humor. Cada vez mais suspeito de uma bipolaridade latente.

Pudesse eu escrever todos os pensamentos para aliviar o peso da mente mas não posso. Há coisas que devem mesmo ficar no nosso íntimo ou escritas em papel para mais tarde queimar.

Um novo ciclo foi iniciado. Agarrei-me com mais afinco ao Reiki e em apenas duas sessões recuperei, a bem dizer, 50% da minha força e auto-confiança. Sinto-me, sem dúvida, mais capaz de enfrentar o mundo e de defender o que é meu por direito, na lei dos homens e na lei de Deus. Estou em contacto comigo mesma, já não ando tão desligada do meu Eu. 

Existem situações que agora olho com outros olhos e outra sapiência. Entendo melhor que os outros vivem numa constante frustração que os consome. Olho ao meu redor e vejo companheiros de viagem perdidos, sem rumo, abraços com uma sociedade que criaram carregada de armadilhas, desilusões e conflitos. Descarregamos uns nos outros os nosso medos, vivemos à velocidade máxima para alcançar um pseudo-destino que nunca alcançaremos e abraçamos inconscientemente a morte diária de quem verdadeiramente somos para nos afundarmos em cansaço e perda de amor pela vida. Sobrevivemos.

Não consigo fazer ver a quem amo como erra no seu pensamento. O seu livre-arbítrio leva-os a todos a escolher aquilo que, todos os dias, lhes dizem ser a realidade: que o mundo está do avesso, ao abandono, na pobreza (para mim, principalmente de espírito). E quando os vejo a insurgir-se contra o mundo, contra mim, escuto com atenção e deixo falar, desabafar. Mais nada posso fazer por eles.

Mas a batalha que travo não é pêra doce. Bem sei que existem males muito piores do que os que sofro e perante muitos deles, na minha mente, soo egoísta e picuinhas mas não me comparo a ninguém. Menores ou maiores também tenho situações por resolver.

Também eu cansei-me de gritar, de espernear, de lutar pelo óbvio, de alertar, de consciencializar, de fazer ver como acções magoam-me, quebram-me e enfraquecem-me. E esse meu cansaço levou-me ao caminho da aceitação. Aceito que as pessoas são como são e não posso muda-las. Assim sendo a única pessoa a mudar aqui serei eu. O que faço agora vai, com certeza, afastar muita gente mas em contrapartida deixará junto a mim quem realmente tem de estar. Só isso descansa-me.