Um dia regressarei...até lá, uma boa vida para todo o mundo!

Decisão

Algumas decisões na vida são muito dificeis de serem tomadas. Muito mesmo. São pensadas e repensadas vezes sem conta, analisados todos os aspectos, pesados todos os lados, o bom e o mau até que finalmente chegamos a uma conclusão.
Muito a medo, muito acanhada cheguei à minha e decidi abrir mão e desistir. Desistir é uma palavra feia a meu ver mas não necessáriamente negativa. Desistir significa também darmo-nos a oportunidade de sair de um caminho e entrar noutro que talvez seja mais adequado para nós e nos conduza à felicidade.
Um texto demasiado vago para fácil compreensão mas as circustâncias assim o pedem e apenas preciso de desabafar já que, com minhas amigas, não tenho tido força para o fazer. Decidi aceitar que não resulta e ir embora. Nunca temos bem a certeza se as decisões são boas ou más mas temos que seguir nosso instinto e muitas vezes nosso instinto não pode ser unicamente guiado pelo coração mas pela mente. E neste caso minha mente teve de intervir para ser aquele elemento que dará mais equilíbrio à minha vida.
O cansaço, a frustração, a falta de várias coisas que deviam compor o meu ser fazem-me escolher um caminho.
E por isso decidi ir embora...

Ora nem mais

"Enough already with the stuff that doesn't enhance who you really are."

Oprah
Baby, i need your hug so much...so very fucking much!

Xô coisa mal-vinda!

Eu já percebi que existe alguém a rondar este blog e a demonstrar o seu desagrado por mim. Nas coisas felizes põe não gosto, nas coisas tristes põe gosto. Por esse motivo retiro as reacções aos post de modo a que a pessoa em questão deixe a cobardia e o que tiver a dizer escreva-o senão, e até bem melhor, pare de seguir este blog que é dedicado inteiramente à minha paz de espírito e não aceita intrusos de má fé.
A ti, digo-te apenas que, pelo que fazes, não vales nada, és uma pessoa triste e de mal com a vida e só te posso desejar as melhoras. Um bocadinho de terapia também não te iria fazer mal nenhum. Agora retira-te que não és de modo algum bem-vindo.

Já têm fantasia de Carnaval?


Sempre gostei de fantasiar-me no Carnaval mas confesso que não me recordo o último ano em que o fiz. Não por achar já não ter idade mas por força de outras circustâncias. Então nestes últimos dois anos a vontade de festejar o Carnaval era simplesmente inexistente. Mas gosto, bastante até, de ver adultos a deixarem vir ao de cima a criança que há em si (alguns mais do que em dias normais) e vestirem-se de forma engraçada. A noite é de risota total, descontração e esquecimento de coisas mais aborrecidas.
Este ano talvez arranje uma fatiota, ainda não sei pois estou à espera. Se não arranjar, vou rir-me a ver os outros!
“A verdade é que nos ensinam tudo menos como gostar de nós mesmos. Eu diria, levando se calhar a um extremo, que só nos ensinam a afastar de nós mesmos.”

José Micard Teixeira

É oficial

DESISTO!

Help...

Surpresas, não obrigada.

Surpresas nem sempre são sinónimo de agrado. Creio que, no fundo, por ter tido mais surpresas desagradáveis que agradáveis na minha curta vida, não gosto de recebê-las. A grande maioria são acompanhadas de palpitações, aceleração cardíaca, calores, pânico, etc. Verdade. Lembrei-me de escrever sobre este tema exactamente pelo facto de ver, há uns minutos atrás, algo que despertou em mim todas essas reacções. Fico imediatamente triste quando tal acontece. As surpresas, por serem do nosso desconhecimento e assim designarem-se por supresas, óbvio, vão mexer com demasiadas coisas, demasiados medos e receios. Provavelmente meu trauma faz-me não gostar minimamente que me surpreendam mas também raramente surpreendem-me pela positiva.
Odeio quando coisas deste género acontecem. Quando pacificamente estamos a viver a nossa vida, a descontrair e até a matar alguma saudade e levamos assim com quatro estaladas nos olhos com algo que não queremos ver, não queremos saber, dispensavamos completamente e até agradecemos ficar na ignorância se isso fizer-nos mal. As surpresas levam-nos a sentir coisas que não queremos sentir, a vivenciar experiências que fogem do nosso controlo e que estão no controlo de outrem. Não aprecio nada que situações, palavras, imagens, pessoas surjam do nada e abalem com o meu mundo sem aviso prévio. Não gosto.
Talvez por isto, tem alturas que penso que estar no meu canto é uma ressalva. Quando lá estou não sinto nada destas coisas, estou protegida, não me sujeito a determinadas vivências e maus sentimentos que só servem para estragar o dia, para nos fazer cismar, para nos mexer com o pensamento, com os projectos, com os sentimentos.
Não gosto de surpresas, são más.
Provavelmente grande parte das pessoas quando pensa em surpresas pensa imediatamente em algo agradável, situações de sorrisos e carinho, momentos de paixão e cumplicidade. Provavelmente não entenderá porque penso na surpresa como algo demasiado repugnante e completamente dispensável. E é dispensável. Mas infelizmente para mim as surpresas desagradáveis são uma constante, como se fizessem parte do meu karma, como se estivessem sempre à espreita para me lembrar que não devo tapar os meus olhos ou colocar as mãos no fogo, que não posso correr riscos e que a vida, as partes que também dependem de outras pessoas, deverão ser bem analisadas.
Não me surpreendam pois não vou gostar, pois provavelmente irão magoar-me, irritar-me, fazer-me pensar no que não devo, no que não quero e destabilizar a minha paz de espírito. E a melhor forma de não me surpreenderam desta forma é nunca me esconderem seja o que for, por qualquer razão e colocar-me sempre a par de tudo o que é suposto saber de modo a que, quando algo acontecer, interiormente eu já esteja preparada para receber, para ver e sentir ou, antes mesmo disso, pensar se inclusivé estou disposta a vivê-lo e assim ter a opção se quero ou não estar presente.

Um beijo teu...e o meu dia estava bem melhor!

Decisão do dia

Vai custar-me horrores, sei que vou pensar nisso ainda durante algum tempo e não será fácil. Mas não dá, não aguento mais, meu corpo já começou a ceder e tenho mesmo que parar. É bom, é, não vou discutir nem contra-argumentar. Gosto bastante e cada momento é de puro prazer mas não posso mais! Pela minha saúde e bem-estar, tenho mesmo que parar de comer bombocas!

A busca interminável

Estou tão cansada de procurar...