«Ganhamos força, coragem e confiança a cada experiência em que verdadeiramente paramos para enfrentar o medo.»


Eleanor Roosevelt

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Estar e ser no Porto

# Douro Marina

douromarina

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«À entrada do rio Douro, como um biombo que separa o mar duma área de reserva natural, a caminho da tradicional vila piscatória da Afurada, fica a moderna e elegante estrutura da Douro Marina O edifício central de apoio é um volume retangular que fica suspenso numa estrutura externa em aço que mais parece o esqueleto de um barco enorme. A sua estrutura arquitetónica mostra a preocupação no uso de sombras e transparências, bem como uma inspiração quer na tradição portuguesa da construção de navios, quer na herança cultural da construção em aço na cidade.
Neste edifício com dois pisos encontram-se restaurantes, loja gourmet, loja de produtos náuticos, o quiosque Veleiro da Marina, podem-se comprar ou alugar bicicletas e barcos, ir ao ginásio e day spa Spasus, frequentar a academia de vela ou relaxar na esplanada do Marina Caffé onde, dizem, se pode assistir ao (provavelmente) "melhor por-do-sol do mundo". Um espaço privilegiado com tudo para os viajantes poderem recuperar energias e os locais poderem desfrutar do ambiente cosmopolita e de glamour de uma marina moderna, com uma arquitectura de referência.»
Douro Marina
Rua da Praia, Vila Nova de Gaia
+351 220 907 300 | +351 918 501 474
http://www.douromarina.com
Seg-Dom 9:00-19:00
Fonte: Oporto Cool

Só uma pequena pergunta

O que é feito dos blogues de qualidade?

Ao tempo que vagueio pela blogosfera e só vejo blogues abandonados ou em estados depressivos.

Vão-me valendo uma ou outra raridade que só pelo optimismo valem por muitos e dão-me o que necessito para afastar a inércia porque de resto até fico desapontada com o que aconteceu a este mundo que tanto me divertia.

Aproveitar a viagem

Estou mesmo a conseguir, aos poucos, baixar o nível de exigência que tinha comigo mesma. Não deixei de ser exigente mas estou a dar uma folga ao lado mais negativo que muitas vezes colocava-me para baixo por não conseguir atingir determinado patamar.
Hoje já consegui, por exemplo, apreciar a paisagem do caminho que faço para o trabalho. Não o fazia. Ia sempre distraída nos meus pensamentos, maioritariamente nas minhas angústias, nos planos que ficavam pelo caminho, nos problemas que ainda não tinha vivido mas que sofria por antecipação. Estava, constantemente, em piloto automático.
Tudo isto está a mudar. Consegui apreciar de novo as cores, o céu, as nuvens, a beleza das árvores e com isso ter a sensação que assim posso tomar as rédeas do meu destino e torná-lo muito mais aprazível.
Estou convencida que esta mudança vai trazer até a mim o que espero, a luz que necessito para mudar a rota e seguir, com calma e prazer, até ao que sei que é para mim.
Tem alturas que os picos de ansiedade provocam certos surtos de mau-humor mas também são eles que me despertam para a minha nova missão. Hoje é um pequeno passo, amanhã outro e depois mais outro. Brevemente terei boas novidades, com toda a certeza que sim.

Fiquei intrigada


Gosto muito deste tipo de filmes. 
A ver se o meu rapaz me acompanha em algo mais 'levezinho'

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E ficaria-me bem. Alguém se oferece? :)

For sure it is

Anjo bom, anjo mau

Muitas vezes e em diversas circunstâncias tenho duas vozinhas internas que disputam a minha atenção. Para minha infelicidade a mais covarde é ligeiramente mais histérica mas sei bem que sou eu que alimento esse histerismo todo.
Quase que diariamente dou por mim a pedir para que se cale, a outra tem algo bem mais interessante para falar, algo mais criativo, mais emocionante e com certeza com mais frutos a dar. Falo sozinha, é verdade, imensas vezes. Reclamo com a mente desassossegada que teima em tirar-me do sério. Já nem me importa que os vizinhos estranhem, tem alturas que perco as estribeiras. Estou a por um basta e a reduzir o volume da voz que não me ajuda, que impede -me de seguir em frente, de escutar as ideias que a outra tem para partilhar e que, com certeza, me ajudarão a traçar o plano que quero traçar.
Por muitas vezes repeti, até em alto e em bom som, que minha mente era a minha pior inimiga, e senti-o durante muito tempo mas agora estou a afirmar que quero-a minha aliada. Estamos juntas neste processo, nesta jornada, e para ambos estarmos bem temos de trabalhar em conjunto, em sintonia. Só assim seremos capazes de atingir o nosso propósito: evoluir.


It seems so easy

O #1 dia do resto da minha vida


Desde muito cedo que apreendi que não vale a pena apontar o dedo aos outros pelos meus fracassos. Que fica mais fácil dizer que por culpa daquele ou daquela, por causa de esta ou de outra circunstância eu não fiz, eu não aconteci, eu não pude, isso fica, mas é uma mentira absurda e das grandes que dizemos a nós para não admitirmos nossos erros.

Sou a primeira a afirmar que vivo a vida que pedi viver, mesmo que não me agrade alguma circunstância. Queria queria ter determinada casa, determinado carro, determinada posição financeira e worries free mas não tenho e de quem é culpa? Minha, unicamente. Não, não é da sociedade, não é da crise, é minha. Sou do mais preguiçoso que há, do mais 'deixa andar', do reclamar, do que propriamente colocar as mãos à obra para alterar seja o que for. Às vezes acho que sim, que estou a fazer alguma coisa, mas no final das contas vejo que faltou a garra, a fé, a crença que realmente eu ia mais longe e sinto pena de mim. Uma pena por ter uma voz interior que berra diariamente pela vida que sabe ser sua por direito, que acredita e quer libertar-se mas tenho-a calado por medo do desconhecido e até mesmo do meu potencial, por estar demasiado estável na zona de conforto.
Marco este dia como o 1º dia do resto da minha vida, mesmo que em passos de bebé, é o dia em que começo a marcar a diferença para mim, a lutar por mim, pelo meu bem-estar, pela minha vida. E só por esta força de vontade afirmo que estou orgulhosa.

Altura de mexer



«As pessoas que se saem bem neste mundo são as que se põem de pé e vão à procura das circunstâncias que querem e, se não as encontram, fazem-nas.»

George Bernard Shaw

Força de vontade






Uma questão de perspectivas

Partilho uma história que li, a história dos dois vendedores de sapatos que foram enviados pela sua empresa para a selva, para descobrir novos mercados. Uma vez feitos os inquéritos adequados, o primeiro deles enviou um telegrama: "Não há esperança de vender sapatos aqui, todas as pessoas andam descalças." O outro vendedor também enviou um telegrama para a sede: "Enviem imediatamente mercadoria e reforços; aqui ainda ninguém tem sapatos."

Gostei por mostrar como uma mesma situação pode ser encarada de modos tão distintos por duas pessoas. Há quem veja oportunidades, há quem veja como perda de tempo.
Creio que vai muito de encontro ao que muitas vezes se repetia nos inícios da crise económica que vivemos, enquanto uns apenas choram, outros aproveitam para vender lenços de papel.

Estou a abrir os olhos para a imensidão de oportunidades que sinto rodearem-me mas que, por falta de foco, preguiça mental, não tenho prestado atenção nenhuma.
Estou mesmo em crer que chegou a minha altura de vencer e não quero, por nada deste mundo, perder este impulso interno que brota dentro de mim.

Bons velhos tempos do blogue

Hoje estou meio saudosista. Estou a rever o blogue desde os seus inícios e confesso rio de mim e de coisas que, já na altura, achava um piadão. A sensação é óptima pois quer dizer que não mudei muito desde aquela altura até agora, que todas as vezes que julguei estar a definhar, a perder a piada e a envelhecer não passavam de maus sentimentos. Estou igual e suspeito continuar assim até sempre. A única diferença é estar mais distante e adormecida, como se não tivesse propósito de escrever ou como se as palavras já não fluíssem como naquela altura. Mas é certo que está a dar-me gozo inclusive ver a interacção que este blogue tinha e que, aos poucos, foi perdendo muito em parte por culpa minha que passei a dar mais atenção a outras redes sociais e também da própria blogosfera que foi definhando. Muitos dos blogues que seguia desapareceram, as pessoas, tal como eu, passaram para outras aventuras.
Foi pena ter-se perdido muita conversa, amizades, conversas, cumplicidades, visitas...tudo aquilo que simbolizava ter o blogue e que davam uma pitada de sal ao dia. Já foi altura em que era um vício, pela escrita e pelas pessoas que cativava. Saudades de outros tempos mas não de mim pois fiquei convencida que nada, em mim, mudou. Aos que passaram por aqui e deixaram estas brilhantes recordações, aos que tinham o trabalho de ler tanta baboseira que publiquei, aos que me conheceram e privaram comigo, aos que me fizeram sonhar e me roubaram sorrisos em alturas de altos e baixos, aqui fica um gigantone OBRIGADA.

Lei do Cosmos

Publiquei este texto em 06 de Agosto de 2007, quase a fazer 7 anos, e ainda hoje mantenho esta linha de pensamento. Numa revista ao passado, decidi traze-lo para o presente, numa afirmação de mim, das minhas bases e do que permitiu a criação do meu registo diário.

A Lei do Cosmos

"(...) Tudo o que acontece neste mundo passa por alguma coisa, e não apenas porque sim. Um acto, por mínimo que seja, desencadeia uma série de reacções no mundo. (...) O que acontece é que o homem geralmente se deixa vencer pelas circustâncias. Vê-as como obstáculos inamovíveis perante os quais nada pode fazer, e não há nada mais falso do que isso. (...) A confusão vem do facto de o homem tomar como verdade coisas que não o são. A verdade nunca está fora. Cada um tem a capacidade de se comunicar consigo próprio, de encontrar a verdade. (...) No momento em que negar como verdade a realidade que o rodeia, encontrará a sua própria verdade e obterá paz.
(...) Se uma pessoa resiste ao sofrimento, este rodear-nos-á sempre. Se uma pessoa o aceitar como parte da vida, do todo, e o deixar entrar até esgotá-lo, ficará rodeado de alegria, de felicidade. (...) Toda a acção que realizamos repercute-se no Cosmos. Seria uma arrogância tremenda pensar que somos o todo e que podemos fazer o que nos apetecer. Somos o todo, mas somos um todo que vibra com o sol, com a lua, com o vento, com a água, com o fogo, com a terra, com tudo o que se vê e o que não se vê. E tal como o que está fora determina o que somos, assim também tudo o que pensamos e sentimos se repercute no exterior."


Laura Esquível in As Leis do Amor

♥ O amor fala alto ♥

Nos momentos de tranquilidade, sentados no sofá a ver um programa qualquer, é quando sinto que tudo encaixa-se perfeitamente, mesmo com os altos e baixos, mesmo com os medos e receios, mesmo com as dúvidas e as incertezas. Naquele espaço temporal tudo se acalma e respira-se melhor, um ar mais puro, longe de tudo, longe do mundo, salvaguardado das pressões externas. É ali que tudo se firma, é ali que descanso a mente e o coração e apenas deleito-me no conforto de um colo, no carinho de um olhar, no calor de um corpo.
São momentos que voam nas horas e todos os segundos parecem diamantes raros. Luto contra o sono que chega por não querer perder pitada, por saber que demorará muito a chegar o momento seguinte e que contarei as horas até lá. São momentos nossos, meus e teus, de cumplicidade, de paz, de segurança. São os momentos que mais aprecio por terem um aroma a ti, por terem exclusividade e por para mim estarem reservados.