Filme para ver

Falaram-me deste filme de animação, no outro dia. A amiga que mo falou descreveu-o de uma forma tão gostosa que eu, fã deste género de filmes, fiquei imediatamente interessada em ver.
Pelo trailer parece-me ser bem engraçado e até didáctico.



Quem nunca pensou o que se passa na cabeça dos outros? 
A ideia é genial.
Que Deus me ajude que eu já não tenho pachorra alguma para aturar as caralhadas do Lucifer.

«A esperança inquebrável é força. A esperança mesclada de dúvida é covardia. A esperança mesclada de temor é fraqueza.»

 Gurdjieff



Encarecidamente...

...pára de dizer que estás com saudades.
Eu percebo bem à primeira, e se à primeira nada fiz para mudar isso, não será na milionésima vez que o irei fazer.
Há uma razão para a vida ser feita de ciclos, para que umas coisas comecem e outras terminem.
Custa, eu sei, talvez agora não te recordes tão bem de que foi uma escolha tua, e na altura estavas completamente a marimbar-te para as minhas saudades por isso não faças de mim uma besta, a má da fita que impede um grande amor de acontecer. 
O que havia para acontecer já aconteceu. De bom e de mau, aconteceu. Agora a vida está diferente, estamos os dois diferentes, mais crescidinhos, compreendemos as coisas de outra forma, entendemos o que nos uniu mas também o que nos separou, ou melhor, entendias e agora entendes menos, a porcaria da saudade está a deturpar-te a memória.
Não gostas quando te relembro de tudo o que me disseste na altura do adeus, pedes para não te relembrar desse triste episódio, dessa infelicidade que foi a tua decisão mas entende tu que são palavras que agora fazem parte de mim, frases que magoaram e quebraram o que de bom havia em mim para ti. Agora são elas que 'saltitam' na mente cada vez que falas em regressar e são elas que tas devolvo não por maldade mas porque eram a razão da tua segurança para a opção tomada e é nelas que também te deves agarrar para compreender porque estamos melhor assim.
Acredita em mim, eu sei os teus motivos, aceito-os e desculpo-os a todos. Agora abraça a vida que escolheste para ti que estou a fazer o mesmo. 
Há dias melhores, há dias piores mas se há coisa que aprendi (repetidas vezes, infelizmente) é que o tempo cura tudo e isto também curará. Por isso não lamentes o que escolheste para ti, não mo digas vezes sem conta, não me relembres tudo o que de bom havia porque isso eu sabia naquela noite, disse-to várias vezes e não quiseste escutar. Agora aceita, de uma vez por todas, que todo o sentimento sente na pele as pancadas, aguenta enquanto pode, agarra-se a esperanças vãs, chora, grita, esperneia mas acaba por morrer, de fome, de sede, de falta de carinho.
Depois da tempestade tudo acalma, o sol espreita e bate no rosto de novo, sentimos-nos a melhorar, a sarar, a sorrir e é isso que te espera, que nos espera, aos dois, tu aí e eu aqui.
Encarecidamente, aceita a tua escolha. 

Momento musical

Aquele Senhor do sentido de humor irónico?!?

Na realidade, todas as coisas, todos os acontecimentos, para quem os sabe ler com profundidade, encerram uma mensagem que, em definitivo, remete para Deus.»

 João Paulo II

Merdas..



Sinto falta do meu cabelão....ou de mim. 
Whatever!!

Ando bêbada, só pode

Eu ia jurar que o 'helicóptero' de ontem já tinha passado mas hoje, e o dia ainda vai a meio, já fui contra a parede 3 vezes!!! Ando a dar as curvas muito apertadas e são pancadas tão fortes que até vou cheia de lanço para trás. Já tenho os bracinhos pisados e sem necessidade. Ando cheia de pressa para depois perder tempo a dar dois passos para trás, não faz sentido.
É a porcaria da cabeça na lua...

Ouvi dizer que foi S. João

Ontem foi feriado de S. João, consta-me porque não trabalhei.
Pelo silêncio que se ouvia em todo o lado era fácil compreender que a malta estava toda a ressacar da noitada.
Eu não precisei ressacar, meu S. João foi passado a dormir. Não, não pareceu festa para mim. Como habitualmente as festividades em casa dos papis terminam quando a dos outros está a começar e eram 21h30m da noite estávamos prontos para encerrar por ali. E encerramos. 
Passou-me pela cabeça pegar no martelinho e ir sozinha até à baixa do Porto mas a paciência não tem sido abundante por estes lados, acabei por render-me aos encantos do meu sofá. Vi quinze minutos do fogo pela tv e aterrei até de manhã. Nem os foguetes que a vizinhança lançava chatearam-me. Só queria mesmo desligar e assim o fiz.
Amanheceu e acordei meio melancólica. Parte de mim pensava no que teria sido divertida a noite para os demais e eu ali, prostrada, sem energia, sozinha naquele silêncio. Como é habitual não posso ficar muito tempo assim, a cabeça não deixa. Os pensamentos começam a correr em todas as direcções até para os recantos que tenho evitado ir. O melhor mesmo é agilizar e saltar da cama. O dia começa e já tivemos imenso tempo para pensar, está na hora é de começar a por em prática o pensamento.
Estou toda partida hoje. Depois do almoço a actividade escolhida foi limpar paredes. É isso mesmo, limpar paredes. De balde com lixívia, luvinhas nas mãos e esponja trabalhei os músculos dos braços, das costas, dos ombros, e vá, das pernas também pela quantidade de vezes que tive de subir e descer o banco para, com muito esforço, chegar até ao tecto.
Foi árduo, trabalhoso, deu para rir, para chorar, para gritar, para desabafar o que ia na alma através das dores no corpo mas objectivo atingido. 
Claro que mil e uma vezes passou-me pela cabeça que se fosse rica não teria necessidade alguma de estar com estas merdinhas mas não sou, assim como também não sou de ficar parada a chorar as minhas mágoas. Deu para colocar na esponja a minha revolta e esfregar com a vontade necessária para um trabalho bem feito. Custou-me sim mas estou a cuidar das minhas coisas, da minha vida e isso vai ajudando a sentir-me bem comigo.
A noite terminou com uma jantarada na mana e uns copos de vinho tinto. Fui para casa de helicóptero e novamente aterrei cedinho. É para o que estamos porque a vida é demasiado curta para perdermos tempo com o que não quer acontecer.

Enough is enough

Tem dias que chego a um ponto de ruptura, de saturação que chego a entrar em conflito comigo.
Nada tem haver com stress, com cansaço, com muito trabalho ou pouco que fazer (que também irrita-me profundamente) mas com um sentimento de impotência, de desprazer face ao presente e ao futuro a curto prazo. 
Estou, no verdadeiro termo, fodida, com tudo o que se passa à minha volta. Não tenho paciência para os vai e vem, para os iô-iô, para o hoje sim amanha não. Não tenho paciência, pachorra, telha...não tenho.
Farta de esperar pelo que não chega, farta, farta, farta, farta....
Farta do sentido de humor irónico do Todo Poderoso que deve gozar à fartazana com a minha vida ou então decidiu fazer-me nascer só para ter algo com que se divertir.
Hoje não há paciência, já ontem não havia, antes de ontem estava a chegar ao limite. Daqui não estico mais o elástico, não tenho tanta flexibilidade física nem mental. Já estou no ponto de 'não dá, foda-se! Não dá!' e não vamos estar com pieguices ou lamentações. 
Hoje estou assim, cara de poucos amigos (por acaso tenho poucos mas dos bons), fechada, irritada e pronta a disparar em qualquer direcção se alguém chatear-me o juízo com a mínima coisa. É tolerância zero pois tenho sido demasiado tolerante. 
Fica o aviso: tenho péssima pontaria!

Ao menos Ele escuta

Digo nunca mais às expectativas

Ás vezes não corre como expectamos que corra mas o grande erro está mesmo aí, na expectativa. Se esperarmos por nada e nada acontecer, será pacífico, descontraído, e a surpresa será se algo acontecer. O contrário gera apenas uma sensação de frustração e tristeza, sentimentos inúteis que não devemos permitir que surjam em nós.
Esperei algo, um mínimo pormenor que faria diferença no meu dia. Não aconteceu, fiquei desiludida. A isso eu chamo perda de tempo. Serviu para quê? Para não esperar por mais nada. Afinal de contas, era apenas um pormenor para mim, para o resto do mundo nem sequer existia.
E assim termina mais um dia. Nada melhor que pousar a cabeça no travesseiro e relaxar. É a minha vida, só eu posso cuidar dela.
Boa noite mundo.

Estar e ser no Porto

Já há dois anos que ando a adiar uma visita a este espaço.
Quero ver se não perco a oportunidade este ano.

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'Eis uma ideia que eu gosto e se deveria repetir mais pela cidade: aproveitar os terraços no topo de grandes edifícios para criar espaços modernos e agradáveis para podermos descontrair lá fora nos dias mais quentes. No 15º piso do Ipanama Park, a piscina do hotel transforma-se num lounge aberto a todos, hóspedes ou não, para se aproveitar agradavelmente as tardes e noites de verão.

Com um ambiente cosmopolita e umas vistas fantásticas sobre a foz e a cidade, o Zenith Lounge é um spot a reter este verão para se desfrutar de fins de tarde e noites animadas, junto à piscina, com música e dj´s, cadeiras e puffs, cocktails e festas temáticas, pool parties e sunset parties durante a tarde, festas que prolongar-se-ão pela noite dentro, num local trendy e exclusivo, mas descontraído.'

Zenith Lounge (summer 2015)
Hotel Ipanema Park, 15º
Rua de Serralves 124, Porto
Ter-Sáb/Tue-Sat 15:00-03:00 | 23 maio até finais de setembro

Momento musical

Hobbies fotográficos

Tenho um passatempo, às vezes tenho um passatempo. É recém-nascido.
Há alturas que nem lhe ligo. Comecei com muita vontade, entretanto desliguei-me. A cabeça estava noutros lados, mas agora retomei.
Tenho mais umas 100 fotos para colocar no site, é só descarrega-las para a arrastadeira do meu portátil e fazer download. Confesso, grande parte das que ainda vou publicar são do meu gato. Uma manhã de férias, dedicada à alguns arranjos em casa mantiveram-me refém do tédio. Pegar na máquina acabou por ser um escape e o modelo o único ser vivo disponível: Ruca Francisco.


A publicação das fotos faço-a no site 500px. Visitem, vá! As primeiras não são do gato, é garantido.
Ainda está muito vazio mas gosto do que, até agora, registei. E acreditem, passear acompanhada de uma máquina fotográfica e captar o mundo faz-nos sentir numa realidade à parte. Até as pessoas olham-nos de forma diferente, como se uma máquina fotográfica pendurada ao pescoço nos tornasse visíveis no meio da multidão. Ficamos destacados dos demais, mesmo que a intenção seja passarmos despercebidos. As pessoas intrigam-se, questionam, sorriem, metem conversa.
A segunda melhor sensação foi quando, depois de publicadas as primeiras fotos, imediatamente recebi alguns gostos e até uns favoritismos vindos de lugares distantes, nacionalidades diferentes, pessoas com um mesmo passatempo em comum que demonstravam agrado pelo meu hobbie. Senti-me como uma criança, em pulgas.
Até estou curiosa para saber o feedback às fotos por publicar. Brevemente irei saber.

Momento musical

A sabedoria de Amy era fascinante

He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet

Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy

You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

I go back to us

...

Amy Winehouse - Back to black

Facto

Estou a precisar de usar óculos...e não são de sol

Momento musical

Hoje estou triste

Hoje estou triste. Não que tenha algum motivo específico para assim o estar, penso ser já um conjunto de pequenos motivos e desmotivações, demasiados pensamentos e realidades que colidem com o que desejo, com o que quero e com o que obtenho.
A vida não é complicada, de todo, consigo inumerar imensas coisas que adoro na vida mas é cansativa, demasiado cansativa. Se tivesse que pensar a minha idade neste momento teria de dizer que minha alma é uma criança, o meu corpo um adulto jovem e a minha mente idosa. E é a mente que está a ganhar a batalha. Não por ser mais forte, apenas porque o estou a permitir.
Uma vez mais repito, a vida não é complicada. Complicado é sentirmos-nos, na maioria das vezes, deslocados, fora do contexto, sozinhos no meio da multidão porque as energias não conectam com as nossas, os pensamentos não são partilhados da mesma forma e sabemos, sem qualquer dúvida, que pertencemos a qualquer outro lado menos onde estamos no presente. Contudo, também sei que esse sentimento seguir-me-à para todo o lado até achar-me.
Dizem, e com toda a razão, que nunca devemos desistir dos nossos sonhos. Não penso em desistir dos meus mas, e escrevo em modo suspiro, estou cansada de estar agarrada a eles e simplesmente não chegar a lado algum.
Hoje sinto-me triste. Não melancólica, triste, apenas porque sim. E sem mais explicações, hoje baixo as armas, os radares, as antenas e tudo o que mantém-me em contacto com a vida. Por hoje, apenas por hoje, eu desisto.

Reflexoes

"Se o homem sábio parecer sempre estúpido, os seus erros não desapontarão ninguém e os seus sucessos serão uma agradável surpresa."

In Cordeiro, o evangelho segundo Biff

Demonios

Na outra noite, por volta das 2h da manha tive um pesadelo, como há muito não tinha, daqueles pesadelos que temos nocão que estamos a sonhar, queremos acordar e nao conseguimos.
Durante cerca de meia hora, talvez mais, talvez menos, estive a sufocar dentro do meu proprio sonho, e sim, sou religiosa, rezei o Pai Nosso vezes sem conta, noutras vezes funcionou, em criança costumava funcionar mas ontem era inútil... so queria acordar.
Sabia que o meu telemovel estava ao meu lado, tinha-o pousado depois da tua chamada, a ultima que recebi. Minha mente so queria alcancar o telemovel e repetia vezes sem conta, liga ao F. ...! Simplesmente meu corpo não respondia aquele apelo da mente, nao se mexia. O barulho que se fazia ouvir nos meus tímpanos era estupidamente arrepiante mas tão familiar, de outros tempos. Cheguei mesmo a desistir e a pensar 'ganhaste, leva-me para onde tiver de ser...', contudo, o medo aviva o instinto de sobrevivência e eu tinha de sair daquela situaçao.
Depois de um esforço doloroso para abrir os olhos e voltar a controlar tudo à minha volta, só perguntava-me: porque ao F. ?!? Ele nao pode ajudar-me...
'Deus é um comediante a actuar perante uma audiencia que tem medo de rir'

Voltaire

Um dia...

...eu serei eu, como sempre fui por dentro sem puder exprimir por fora. Acreditem ou nao, um dia serei a autenticidade do que sou, liberta de amarras, livre e feliz porque a minha vida espera-me. Apesar de ligeiramente atrasada, caminho calmamente em cima do meu salto alto, em direcçao ao que é meu, ao que sempre foi meu.

Entendido?

So por hoje

Nao é preciso muito, apenas um pouco, de algo simples, de um sorriso, de uma cumplicidade, de um olhar, de ternura.
Apenas por hoje porque amanha sera sempre o amanha e nunca chegará.
Noite, traz-me o que de melhor tens em ti e prometo nada mais perdir-te, só por hoje.

O leite só ferve quando você sai de perto

Li um artigo interessante aqui que partilho:

Sobre as expectativas que criamos,, esperando que as coisas aconteçam no nosso tempo. A vida, como o leite, não está nem aí para a sua pressa, para o seu momento, para a sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar, a relaxar, a tolerar as demoras, a IGNORAR.

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“Em meados dos anos 80, lá em Minas, o costume era comprar leite na porta de casa, trazido pela carroça do leiteiro, que vinha gritando "Ó o lêeeeeite!!!".
Minha mãe corria porta afora e o leite, fresquinho, gorduroso e integral, era despejado na leiteira para nosso consumo. Porém, era um leite impuro, não pasteurizado e necessitava ser fervido antes de consumir.
No início, minha mãe tinha um ritual no mínimo interessante para esse evento: colocava o leite na fervura e saía de perto. Literalmente esquecia. Simplesmente I.g.n.o.r.a.v.a.
É claro que o leite fervia, subia canecão acima e despencava fogão abaixo. Eu era criança e quando via a conclusão do projeto, gritava: "Mãe!!! O leite ferveu!!! Tá secaaaannndo..." e ela vinha correndo, apavorada, soltando frases do tipo "Seja tudo pelo amor de Deus..." e desandava a limpar o fogão, o canecão, e ver o que sobrou do leite, pra tudo se repetir no dia seguinte, tradicionalmente.
Até hoje não entendo o porquê desta técnica. Parecia combinado, tamanha precisão com que ocorria. Mais tarde, ela mudou de estratégia. Eu já era maiorzinha e podia ficar perto do fogo. Assim, ficava ao lado do fogão, de olho no leite esquentando pra desligar assim que a espuma subisse, impedindo que transbordasse. Foi assim que aprendi uma grande lição:
O leite só ferve quando você sai de perto.
Não adianta ficar sentada ao lado do fogão, fingir que não está ligando; até pegar um livro pra se distrair. É batata: ele não ferve. Parece existir um radar sinalizador capaz de dotar o leite de perspicácia e estratégia. Porque também não basta se afastar fingindo que não está nem aí. O leite percebe que é só uma estratégia. E só vai ferver ( e transbordar) se você esquecer DE FATO.
A vida gosta de surpresas e obedece à "lei do leite que transborda": Aquilo que você espera acontecer não vai acontecer enquanto você continuar esperando.
Antigamente o sofrimento era ficar em casa aguardando o telefone tocar. Não tocava. Então, pra disfarçar, a gente saía, fingia que não estava nem aí (no fundo estava), até deixava alguém de plantão. Também não tocava. Porém, quando realmente nos desligávamos, a coisa fluía, o leite fervia, a vida caminhava.
Hoje, ninguém fica em casa por um telefonema, mas piorou. Tem email, msn, facebook, whatsApp, e por aí vai. O celular sempre à mão, a neurose andando com você pra todo canto. E o leite não ferve...
Acontece também de você se esmerar na aparência com esperança de esbarrar no grande amor, na fulana que te desprezou, no canalha que te quer como amiga. Então ajeita o cabelo, dá um jeito pra maquiagem parecer linda e casual, capricha no perfume... e com isso faz as chances de encontrá-lo(a) na esquina despencarem. Esqueça baby. O grande amor, a fulaninha ou o canalha estão predestinados a cruzarem seu caminho nos dias de cabelo ruim, roupa esquisita e vegetal no cantinho do sorriso.
Do mesmo modo, se quiser engravidar, pare de desejar. Não contabilize seu período fértil e desista de armar estratégias pro destino. Continue praticando esportes radicais, indo à balada, correndo maratonas. Na hora que ignorar de verdade, dará positivo.
A vida, como o leite, não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A não criar expectativas. A fazer como minha mãe: I.g.n.o.r.a.r...
E lembre-se: Tem gente que prefere ser lagarta a borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar...”

«Se não podes ser o que és, sê com sinceridade o que podes.»

 Henrik Ibsen

Pensamentos

A prática do bem deveria ser uma norma comum. 
Deveria ser.

Estar e ser no Porto






Era uma vez ... 100 Contos, um espaço que reúne uma cafetaria, uma galeria e uma guest house no bairro das artes, a rua mais artística da cidade. Na cafetaria podem-se desfrutar pequenos almoços, lanches e refeições ligeiras, tendo sempre em mente as famílias, as crianças, alternativas sem carne, sobremesas frescas e bolos caseiros. A galeria, na luminosa sala ao fundo, recebe exposições de pintura, organização de eventos e workshops e, claro, contos a ser contados.
Com projeto dos arquitetos Pedro Mosca e Pedro Gonçalves, o sonho de Isabel Rodrigues e Carla Borges ganhou forma neste espaço com uma decoração em tons claros, leve e acolhedora, com especial destaque para as paredes cobertas com aglomerados de madeira. 100 Contos é refeições feitas com amor, temperadas com arte e estadias reconfortantes com acolhimento familiar. Um daqueles projetos alternativos e originais da cidade que reúnem no mesmo espaço funções distintas e fazem da nossa visita uma experiência mais completa e enriquecedora.
100 Contos
Rua Miguel Bombarda, 100
+351 938 131 230
Seg-Qui 9:30-19:00, Sex-Sáb 9:30-24:00