A origem da mítica sexta-feira 13...buuu!!

Entre as explicações mais aceites, destacam-se 3 para o origem da sexta-feira 13 ser considerado um dia de azar:

1) Seria o facto de Jesus Cristo ter sido crucificado numa sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.
2) Na mitologia nórdica, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
3) A deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam a rogar pragas aos humanos.

A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos optimistas baseia-se no facto de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte.

Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda.
Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13.

Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas.

Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Por isso, decidam-se, é bom ou é mau?

Aqui entram as minhas contradições existenciais; meu lado superticioso diz-me para tomar precauções neste dia, não vá o diabo tecê-las, por outro, meu lado optimista prefere vê-lo realmente como um dia de sorte. Pensando bem, tomando os devidos cuidados o mais certo é não acontecer nada e acabo mesmo por ter sorte!

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