"Quando nos apaixonamos por alguém, nasce de imediato dentro de nós o terror da traição, da infidelidade, o medo do abandono e da substituição. Outro pode tomar o nosso lugar na nossa ausência, e depois só nos resta sofrer, sentir a nossa imaginação adoecer toldada pelo ciume, atacando o nosso cérebro com visões do que pode ou não pode ter sido a realidade."

Diogo Amaral in Quando Lisboa Tremeu

3 comentários:

  1. isso acontece tantas vezes mesmo (se não acontece sempre!). E é mesmo esse terror que impede muita coisa de avançar. Gostava de ser daquelas que se atira de cabeça e tem muito poucos pensamentos desses. Era tudo muito mais fácil.

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  2. isto é tão verdade.. eu atiro-me de cabeça e sou "forte" em acreditar na pessoa com quem estou (e até com quem estive...) , mas isso passa sempre sempre pela cabeça.

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  3. Verdade meninas. Independentemente da força da relação estas ideias passam sempre pela nossa cabeça com maior ou menor intensidade. Mas considero normal. Quem gosta tem receio de perder...
    Lisie, não tenhas receio de te atirar de cabeça. Às vezes vale bem a pena!

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