Dias de sorte

"Não ando mesmo em maré de sorte", era o que estava a pensar até ao momento em que iniciei a escrita deste post. Apesar de estar de férias forçadas, que não são bom sinal, a verdade é que têm-me permitido disfrutar desde maravilhoso sol, fazer desporto ao ar livre, passear com meu sobrinho, fazer pesquisas maravilhosas na net e descansar. Mas, há sempre um mas, acontecem azares. Hoje, por exemplo, meu amado telemóvel mergulhou na sanita e pobre coitado está a ver se sobrevive. Com ele, mergulharam os meus contactos e o dinheiro que tive que dar para comprar outro. Era uma despesa desnecessária não fosse tanta tarefa minha depender deste objecto.
Berrei, chorei, chateei-me até tomar um calmante da minha santa Mãe e conseguir, finalmente, respirar e ver o lado bom da coisa. Teve de ser. E recuperada parte da minha saúde mental, percebo que a depré que acordou comigo não tem razão alguma de existir. Há dias complicados, em que tal como meu telemóvel mergulhamos de cabeça numa aspiral de azares, uns atras de outros e achamos estar a ser vitimas de um complôt universal. Nada como desacelerar (fiz batotice com o calmante mas era isso ou a minha pele) para observar tudo com outros olhos e perceber que o universo nada fez, o problema somos mesmo nós.
O dia ainda não terminou e ainda falta aquele pedacinho gostoso da noite. É de aproveitar.
Pensamento positivo.

2 comentários:

  1. Se soubesses o quanto gostei (e me identifiquei!) com este teu post!
    Gostei muito!

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  2. É tão bom quando conseguimos fazer passar a mensagem. Obrigada

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